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segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Se colocarmos que foram oito anos e nove meses de governo petista e que este aumentou a renda do trabalhador , a culpa é toda de FHC e gangue RUY CASTRO Pobres lá e cá RIO DE JANEIRO  - Pelas últimas contas nos EUA, a crise econômica elevou para 46,2 milhões -15,1% da população- o número de americanos abaixo da linha de pobreza. Linha de pobreza, nos EUA, significa uma renda anual de US$ 22 mil -R$ 37 mil- para uma família de quatro pessoas. Com esse dinheiro, quatro brasileiros pobres viveriam muito bem por 5,5 anos. Pobre nos EUA é quem recebe o equivalente a R$ 770 por mês. No Brasil, é quem ganha R$ 140. Isso faz com que os 46,2 milhões de pobres nos EUA sejam a enormidade de 80 milhões no Brasil -o que deveria bastar para qualquer ex-presidente brasileiro vivo (e ainda há vários por aí) se envergonhar de ter ocupado a cadeira por quatro ou oito anos e deixado tal legado. Por sorte, tudo é relativo, e a engenhosidade brasileira ...
O mal que faz a inveja e a mesquinhez. Esse homem foi caçado e cassado pelos incompetentes JK no exílio estreia em sessão especial Documentário que retrata o período em que o ex-presidente viveu na França é exibido para plateia de familiares e amigos de Juscelino Kubitschek BRUNO SILVA Parentes, ex-parceiros de trabalho e o governador do DF prestigiaram a exibição do filme na noite de ontem O lançamento do documentário JK no exílio ganhou ares de tributo à memória do homem responsável pela criação da capital federal. O filme, que estreou em Diamantina (MG) no último dia 10 e foi exibido pela primeira vez em Brasília na noite de ontem, foi a atração principal de uma cerimônia ocorrida na noite de ontem no Museu Nacional, que reuniu amigos e familiares do ex-presidente falecido em 1976. O documentário tem como objetivo aproximar os espectadores do homem-mito, narrando uma das passagens mais tristes e esquecidas de sua vida: o exílio na França, à época em que teve o manda...

Muita Sede ao Pote

A hidratação é super importante para sua performance nas provas. Evita que o processo de desidratação se instale e você acabe quebrando. Por isso, os organizadores se preocupam em propiciar vários postos de hidratação pelo percurso. Entretanto, há aqueles apressadinhos se acotovelando para pegar os copos de água, sem se importar com a segurança dos outros corredores. A seguir algumas dicas de “boas maneiras” para você se hidratar sem prejudicar o seu desempenho e de seus companheiros corredores. 1  Siga a fila .   Ao se aproximar de um posto de hidratação procure se posicionar na lateral da pista para facilitar a sua ação e dos outros atletas; 2  Evite acidentes .   Não corte caminho abruptamente do centro para a lateral da pista, você pode atropelar alguém e as consequências podem ser desagradáveis: um tombo, por exemplo; 3   Cuidado com o arremesso de copo . Depois de esvaziar o copo não jogue-o para trás, você pode atingir ou mesmo provocar ...
Estudo mostra utilização de terras desmatadas na Amazônia www.senado.gov.br Dois terços dos 18% do bioma amazônico já desmatados foram transformados em pasto, hoje ocupados por uma pecuária de baixa produtividade. É o que mostra mapeamento do uso das terras abertas na Amazônia, realizado em parceria pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Empresa Brasil...

SEGUNDA-FEIRA 29 AGOSTO RNW - NEWS, ANALYSIS AND BACKGROUND IN 10 LANGUAGES, WORLDWIDE 24 HOURS A DAY, ON RADIO, TELEVISION AND THE INTERNET.

Página Inicial Holanda Dossiês Programas Vídeos Especiais Map Hip hop: arma contra o poder estabelecido Data de publicação : 28 Agosto 2011 - 9:32am | Por  Rafaël Thiébaut ( Still do vídeo 'Fight the Power' ) Assuntos relacionados: canção de protesto   hip hop   rap Revoltas na Inglaterra. Distúrbios em Paris. A falta de perspectiva para muitos jovens vivendo nas periferias das grandes cidades europeias se manifesta às vezes de forma dolorosa. Uma das armas para enfrentar as autoridades é o hip hop. Quão poderosa pode ser a voz de uma pessoa? Este é o sétimo artigo da série da Radio Nederland sobre a canção de protesto no mundo. Ouça ‘Riot’, com o grupo Reverend and the Makers : “O governo pedindo ‘confie em nós’, enquanto as pessoas gritam ‘don’t fuck with us’. Muitos homens terminarão disparando alguma coisa, porque uma necessidade é um dever quando os tempos são difíceis.” O líder do Reverend and the Makers, Jon McClure divulgou uma declaraçã...

Primeiro Festival Internacional de Hip Hop da Lusofonia adiado para Setembro

Primeiro Festival Internacional de Hip Hop da Lusofonia adiado para Setembro Luanda – O primeiro Festival Internacional de Hip Hop da Lusofonia será realizado apenas nos próximos dias 16 e 17 de Setembro deste ano, em Luanda, sob o lema “Juntos no Combate às Drogas e a Delinquência no espaço Lusófono”. Em declarações à Angop, Abraão dos Reis, coordenador do festival, realçou que o evento foi adiado porque os músicos internacionais convidados mostraram disponibilidade de actuar apenas nos dias de 16 e 17 de Setembro. Acrescentou que o evento realizado neste sábado as entradas foram grátis. Os que compraram os bilhetes de ingresso para o primeiro Festival Internacional de Hip Hop da Lusofonia poderão utilizar nas datas marcadas. Segundo Abraão dos Reis, o festival tem como propósito homenagear a Presidência de Angola na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). E ainda apoiar “o combate às drogas e à delinquência no seio da juventude nos países da CPLP; o ...

Briga nos bailes aumenta preconceito

Marcela Munhoz Diário do Grande ABC 0 comentário(s) A discriminação é problema antigo, assim como ocorreu ( e ainda ocorre ) com samba, rap e hip hop, segundo Silvio Essinger, jornalista e autor do livro Batidão - Uma História do Funk . Vem da época em que os bailes viraram desculpa para brigas, o que ainda acontece. Tanto que há discussões na Assembleia Legislativa de lá sobre os batidões nas favelas. "O governo e as prefeituras tentaram esconder o funk, mas só conseguiram marginalizá-lo. Proibir, vetar e prender funkeiros é absurdo", afirma MC Leonardo, que sonha em levar o movimbento a outro patamar. "Queremos respeito ". Segundo o MC, há funk de todo tipo e não dá para generalizar. "Há os que fazem apologia ao crime ( estilo chamado Proibidão ), mas não são todos. Trata-se de uma manifestão cultural brasileira legítima", explica Silvio. Funkeiros do Proibidão dizem que só relatam a realidade, o que não significa apologia. Já o teor sensual é ...